A tontura pode ser definida como uma falsa sensação de movimentação que um individuo apresenta ou, ainda, uma percepção equivocada de perturbação do equilíbrio corporal (desorientação espacial). Tontura não é uma doença, mas sim um sintoma encontrado em diversas situações clínica e/ou alterações da nossa saúde. Pode ser uma manifestação fisiológica (esperada), como aquela que ocorre em lugares muito altos, ou decorrente de alterações patológicas (não fisiológicas) que acometem os sistemas envolvidos com o equilíbrio corporal. Muitas vezes, a tontura pode ser o primeiro sintoma de alguma outra doença e/ou alteração associada (diabete, colesterol, hormônios tireoidianos).

O termo “labirintite” é utilizado inadequadamente para caracterizar todos os tipos de tontura. Na verdade, este é um termo que deve ser utilizado apenas quando encontramos uma infecção do labirinto (órgão responsável pelo equilíbrio corporal), sendo uma afecção pouco frequente. Existem vários tipos de tontura que podem se manifestar como sensação de flutuação, afundamento, mareio, queda, turvação ou embaralhamento da visão à movimentação da cabeça ou vertigem. A vertigem é o tipo mais comum de tontura, e é caracterizada pela sensação de giro no meio ambiente ou de rotação do ambiente.

O diagnóstico dos quadros de tontura é realizado através da história clínica, exame físico, Audiometria, Impedânciometria, Vectoeletronistagmografia (exame otoneurológico) e exames laboratoriais.

  • As doenças mais comuns que causam tontura são:
  • Vertigem Postural Paroxístca Benigna
  • Síndrome do desequilibrio do idoso
  • Doença de Ménière
  • Alterações de propriocepção
  • Alterações Metabólicas
  • Labirintite infecciosa

O tratamento pode ser dividido em tratamento da fase aguda (crise de tontura), fase pós-crise e tontura crônica.

Este tratamento varia de acordo o fator predisponente, podendo ser utilizados medicamentos, fisioterapia ou reabilitação vestibular.

Algumas orientações de dieta para todos os pacientes com tontura:

  • Não ingerir:
  • cafeína e seus derivados – café, chocolate, chá mate ou preto e coca-cola
  • estimulantes em geral – guaraná, pó de guaraná, energéticos
  • gorduras e frituras
  • doces em geral, principalmente açúcar mascavo
  • bebidas alcoólicas
  • tabaco
  • comer a cada três horas
Compartilhar este post:
Facebook
Twitter
LinkedIn
Email
WhatsApp